Assista ao vídeo e descubra
como SEU MUNICÍPIO vai…
O caminho da Nova Economia Verde para seu Município
Após assistir ao vídeo, conheça os pontos-chave desta proposta e prepare-se para explorar, nos próximos blocos, como ela poderá ser implementada no seu município.
O planeta está em alerta: a crise climática avança, a biodiversidade desaparece e os recursos naturais são consumidos em ritmo alarmante. Mas é nos municípios brasileiros de pequeno e médio porte, presentes em todos os biomas do país, que podem nascer soluções transformadoras para o futuro do planeta.
Agora, o seu município tem diante de si uma oportunidade histórica: sediar uma Unidade Municipal Carbono 21, conectando-se ao Centro Regional Carbono 21 de sua região e ingressando na Nova Economia Verde — abrindo as portas para oportunidades, investimentos e benefícios inéditos.
Essa é a chance de agir localmente para transformar globalmente.
Assista ao próximo vídeo
Entenda como Funciona o mercado Carbono 21
Abaixo, o conteúdo detalhado apresentado no segundo vídeo.
Entenda em profundidade cada etapa do funcionamento do Mercado Carbono 21.
1. Definição do Mercado Carbono 21
Tudo em um só lugar:
O Mercado Carbono 21 é uma Plataforma Integrada de Soluções Ambientais, concebida para oferecer todo o ecossistema necessário à criação, certificação, monitoramento e negociação de projetos ambientais, em um único ambiente, seguro e autossuficiente.
Reunimos metodologias próprias, sistema de certificação, tecnologia de monitoramento, equipes especializadas, plataforma blockchain, moeda digital lastreada em créditos ambientais e ambiente de negociação — tudo conectado e operado de forma centralizada.
Essa estrutura elimina a necessidade de recorrer a fornecedores externos, garantindo agilidade, padronização, rastreabilidade e credibilidade em todas as etapas, desde a concepção de um projeto até sua comercialização no mercado.
O resultado é um modelo único no Brasil, capaz de transformar a preservação ambiental em valor econômico real, conectando municípios, produtores rurais, investidores e a sociedade na construção da Nova Economia Verde.
2. O que são os Ativos Ambientais Carbono 21
No Mercado Carbono 21, o produto negociado é chamado de Ativo Ambiental Carbono 21 – também conhecido como Crédito de Preservação Carbono 21.
Cada ativo representa um resultado ambiental mensurável, certificado e validado, obtido a partir de ações como:
- Preservação ambiental de áreas nativas;
- Recuperação de áreas degradadas;
- Manejo sustentável de produção agropecuária e florestal;
- Práticas inovadoras de conservação de recursos naturais e captura de carbono.
Esses resultados são convertidos em unidades padronizadas e registradas em blockchain, garantindo transparência, rastreabilidade e segurança jurídica.
Assim, o ato de preservar ou recuperar o meio ambiente deixa de ser apenas uma boa prática e se transforma em um ativo econômico real, que pode ser negociado no mercado de forma semelhante a qualquer outro produto ou serviço.
O Ativo Ambiental Carbono 21 é a ponte entre a ação ambiental e o valor econômico, permitindo que municípios, produtores rurais, empresas e investidores colaborem na construção da Nova Economia Verde enquanto geram resultados financeiros sustentáveis.
3. Como são gerados os Ativos Ambientais Carbono 21
A geração de um Ativo Ambiental Carbono 21 começa com uma ação concreta de preservação, recuperação ou manejo sustentável, que pode ser realizada por municípios, produtores rurais, empresas ou proprietários de terras.
O processo é estruturado em quatro etapas principais:
Identificação e Cadastro da Área ou Projeto
- O município ou participante indica áreas preservadas, degradadas para recuperação ou atividades produtivas que adotam manejo sustentável.
- O projeto é oficialmente cadastrado na Unidade Municipal Carbono 21, garantindo que todas as informações iniciais sejam registradas.
Medição e Avaliação Técnica
- Equipes especializadas utilizam metodologias proprietárias para medir o potencial de geração de créditos.
- São avaliados indicadores como cobertura vegetal, biomassa, estoque de carbono, biodiversidade e práticas sustentáveis.
Certificação Ambiental
- O resultado ambiental obtido é convertido em um valor mensurável e validado por nosso sistema de certificação exclusivo.
- Isso garante padronização, confiabilidade e aceitação no mercado.
Registro em Blockchain
- Cada ativo é registrado em blockchain, assegurando transparência, rastreabilidade e segurança jurídica.
- Esse registro torna o ativo único, impossível de ser duplicado ou adulterado.
O resultado final dessas etapas é um Ativo Ambiental Carbono 21 certificado e pronto para ser comercializado.
4. Como são negociados os Ativos Ambientais Carbono 21
Depois de certificados e registrados, os Ativos Ambientais Carbono 21 passam a integrar o Ambiente de Negociação do Mercado Carbono 21 — um espaço 100% digital e seguro, acessível para compradores e vendedores autorizados.
O processo de negociação acontece assim:
1. Disponibilização para Venda
- O titular do ativo (município, produtor ou empresa) coloca sua unidade à venda na plataforma.
2. Definição de Preço e Condições
- O preço pode ser definido pelo vendedor ou seguir valores de referência de mercado.
- As condições de entrega e pagamento são previamente acordadas.
3. Negociação Transparente
- Todas as transações ocorrem dentro da plataforma, com acompanhamento em tempo real e garantia de cumprimento dos termos acordados.
4. Liquidação e Transferência
- Uma vez concluída a negociação, o comprador recebe o ativo em sua conta e o vendedor recebe o pagamento, de forma automática e segura.
5. Mercado com Alcance Nacional e Internacional
- O Mercado Carbono 21 está estruturado para atender tanto demandas internas (empresas e governos) quanto demandas externas (mercado internacional de créditos de carbono e ativos ambientais).
Dessa forma, o ato de preservar o meio ambiente se transforma em receita real, fortalecendo economias locais e incentivando práticas sustentáveis.
5. Por que isso é seguro e vantajoso para o município e participantes
O Mercado Carbono 21 foi concebido para garantir segurança jurídica, transparência total e resultados concretos, proporcionando confiança a todos os envolvidos.
1. Segurança Jurídica e Conformidade Legal
- Baseado em legislação ambiental e climática brasileira e alinhado às normas internacionais de créditos de carbono e ativos ambientais.
- Contratos claros e padronizados, firmados entre municípios, produtores e o Centro Regional Carbono 21, assegurando direitos e deveres de todas as partes.
- Procedimentos internos de compliance e auditoria, prevenindo riscos legais e assegurando a integridade dos processos.
2. Rastreabilidade e Transparência
- Uso de plataforma blockchain para registrar todas as etapas, desde a geração até a comercialização dos Ativos Ambientais Carbono 21.
- Certificações digitais únicas e invioláveis, que garantem a origem e a autenticidade de cada crédito.
- Sistema de monitoramento contínuo por satélite e equipes técnicas especializadas.
3. Impactos Econômicos e Ambientais Positivos
- Geração de nova receita para o município, que pode ser reinvestida em políticas públicas e infraestrutura local.
- Aumento da valorização das propriedades rurais e incentivo à adoção de práticas sustentáveis.
- Preservação de recursos naturais, recuperação de áreas degradadas e contribuição direta para o combate às mudanças climáticas.
Conclusão:
Ao participar do Mercado Carbono 21, o município e seus produtores rurais não apenas contribuem para um planeta mais saudável, mas também integram-se a um sistema sólido, seguro e economicamente vantajoso, preparado para liderar a transição para a Nova Economia Verde.
Sumário da Proposta
Agora que você já assistiu aos dois vídeos e compreendeu como funciona o Mercado Carbono 21, é hora de avançar para a proposta detalhada.
Conheça a estrutura desta apresentação antes de iniciar a leitura.
Esta apresentação foi organizada em 10 tópicos principais, cada um com seus subtópicos correspondentes.
A ordem apresentada não é por acaso: cada tópico se conecta ao anterior, criando um raciocínio contínuo que leva do contexto inicial até os benefícios e resultados esperados.
Por isso, recomendamos seguir a leitura do primeiro ao último tópico para compreender plenamente a proposta.
Sumário da Proposta:
1.1 – Objetivo Geral
1.2 – Contextualização do Projeto Carbono 21
1.3 – Visão de Futuro e Alinhamento com a Agenda Climática Global
2.1 Por que começar pelos Municípios de Pequeno e Médio Porte?
2.2 Características Distintivas dos Municípios Menores
2.3 Desafios Estruturais e Soluções Estratégicas
2.4 Potencial como Polo de Inovação e Sustentabilidade
2.5 Um Modelo de Desenvolvimento Adaptativo
3.1 Geração de receitas diretas e adicionais
3.2 Fortalecimento da autonomia fiscal e redução da dependência
3.3 Estímulo à economia local e criação de empregos verdes
3.4 Governança participativa e qualificação da gestão
3.5 Educação ambiental e fortalecimento da identidade local
3.6 Reconhecimento e acesso a financiamentos nacionais e internacionais
4.1 Marco Institucional e Jurídico
4.2 Conselho Municipal do mercado Carbono 21
4.3 Implementação da Unidade Local de Atendimento Carbono 21
4.4 Cadastro e Regularização Ambiental das Propriedades (CAR-C21)
4.5 Educação para Sustentabilidade e Formação Socioambiental
4.6 Implantação da Plataforma Digital Municipal
4.7 Laboratório de Monitoramento Ambiental
4.8 Emissão dos Ativos Digitais
4.9 Mercado Digital de Ativos Ambientais
4.10 Secretaria de Inteligência Climática e Carbono+
4.11 Núcleo de Validação e Certificação Ambiental Carbono+
Fase I – Mobilização e Governança Participativa
Fase II – Diagnóstico Territorial e Conexão com a Inteligência Ambiental
Fase III – Planejamento Estratégico e Design do Mercado Local
Fase IV – Implantação Técnica e Operacional
Fase V – Validação, Emissão de Ativos e Primeiras Transações
Fase VI – Monitoramento Contínuo, Transparência e Expansão
Fase 1 – Estruturação Inicial e Ações Fundamentais
Fase 2 – Ativação do Mercado e Primeiros Resultados
Fase 3 – Consolidação, Crescimento e Inovação
Gestão Estratégica e Participativa
Protagonismo dos Pequenos Municípios na Nova Economia Verde
7.1 Viabilidade Jurídica da Contratação Direta
7.2 Exclusividade Técnica, Metodológica e Tecnológica
7.3 Conformidade com os Princípios Constitucionais e Legais
7.4 Marcos Legais Complementares
Conclusão
8.1 Avaliação Individual e Estrutura Modular de Investimento
8.2 Repasse Escalonado com Metas de Entrega
8.3 Justificativa Técnica e Estratégica
9.1 Retorno direto para o município
9.2 Fundamentação Jurídica
9.3 Mecanismo de Revenue Share: Como Funciona
9.4 Segurança, Governança e Transparência
9.5 Resultado Final: Novo Ciclo de Receita Verde
Uma oportunidade única para transformar o futuro do seu município
Por que sua cidade deve investir agora?
Impacto além da receita
Convite à ação
Agora que você já conhece o caminho que vamos seguir,
Role a página e mergulhe no Tópico 1 — a introdução que coloca seu Município no centro desta transformação:
Introdução
Unidade Municipal Carbono 21
Apresentamos aos municípios uma proposta inédita: a criação do primeiro mercado público de preservação e recuperação da biodiversidade do mundo — o Mercado Carbono 21.
A iniciativa será implementada por meio de Contratação Direta via Inexigibilidade de Licitação, amparada pela exclusividade metodológica e tecnológica do projeto, que confere à startup Carbono 21 a condição de criadora, gestora e única responsável pela implantação e funcionamento do Mercado Carbono 21.
Nosso objetivo é claro:
Tornar cada município parceiro uma referência da nova economia ambiental, promovendo geração de renda, inclusão social, valorização da biodiversidade e protagonismo nas agendas ESG, climática e territorial.
1.1 Objetivo Geral
Transformar os municípios brasileiros em referência mundial de inovação ambiental.
1.2 Contextualização do Projeto Carbono 21
Inovação brasileira com validação internacional
A Carbono 21 nasceu de seis anos de pesquisa científica e tecnológica, desenvolvida em colaboração com a USP, UDESC e a University Blockchain Research Initiative (UBRI), resultando em uma metodologia exclusiva e tecnologia própria para estruturar um novo mercado ambiental.
Esse mercado é capaz de reconhecer, proteger e valorizar áreas naturais e práticas sustentáveis, por meio da geração de ativos ambientais digitais, rastreáveis e comercializáveis.
O projeto conecta:
- Proprietários de terras
- Universidades e centros de pesquisa
- Governos locais e regionais
- Investidores de impacto
- Sociedade civil organizada
Por meio de tecnologia, governança e articulação multissetorial, a Carbono 21 cria um ecossistema capaz de monetizar serviços ambientais, atrair investimentos e gerar impactos positivos em escala local e global.
1.3 Visão de Futuro e Alinhamento com a Agenda Climática Global
Compromisso com o futuro sustentável
O Mercado Carbono 21 está totalmente alinhado com os principais compromissos e pactos internacionais:
- Acordo de Paris
- Agenda 2030 da ONU
- Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (em especial o ODS 13)
- Economia regenerativa e de baixo carbono
Ao lastrear uma moeda digital verde na preservação ambiental, a Carbono 21 posiciona os municípios participantes na vanguarda de um novo modelo econômico: mais justo, resiliente, descentralizado e sustentável.
Escalabilidade Nacional e Global:
A cada município que adere, ampliamos a rede de impacto. A estrutura do projeto foi desenhada para ser modular, replicável e personalizável, permitindo a expansão para diversas realidades municipais no Brasil e na América Latina.
O papel estratégico dos municípios
Unidade Municipal Carbono 21
A proposta de implantação do Mercado Carbono 21 em âmbito municipal é resultado de uma análise completa — técnica, ambiental, social e institucional — que reconhece o papel estratégico e essencial das cidades no enfrentamento das mudanças climáticas e na transição para uma economia verde.
No Brasil, essa estratégia ganha ainda mais força ao considerar que a imensa maioria dos 5.570 municípios é composta por cidades de pequeno e médio porte: 70,6% têm até 20 mil habitantes. Em outras palavras, qualquer transformação ambiental significativa precisa começar exatamente onde está a maior parte do território nacional.
Esses municípios ocupam uma posição estratégica e única para impulsionar a nova economia da biodiversidade. Juntos, cobrem um gigantesco território que se estende por todas as regiões do país e abrange a totalidade dos biomas brasileiros — Amazônia, Cerrado, Mata Atlântica, Caatinga, Pampa e Pantanal.
Essa capilaridade territorial significa que a soma dos pequenos e médios municípios alcança desde as florestas densas da Amazônia até os campos do Pampa, passando por áreas de Cerrado, Caatinga, Mata Atlântica e Pantanal. Por isso, integrar esses municípios ao Mercado Carbono 21 é fundamental para garantir que a transformação verde aconteça de forma abrangente e efetiva em todo o território nacional.
Sem a participação ativa desses municípios, qualquer estratégia de transição para uma economia de preservação da biodiversidade e de baixo carbono ficará incompleta.
2.1 Por que começar pelos Municípios de Pequeno e Médio Porte?
Uma escolha estratégica para transformar o Brasil inteiro.
2.2 Características Distintivas dos Municípios Menores
Os municípios de pequeno e médio porte apresentam especificidades que os tornam ambientes ideais para a inovação ecológica descentralizada, com destaque para:
- Conexão territorial estratégica: Muitos estão localizados em regiões-chave que conectam áreas agrícolas, reservas naturais e polos produtivos, possibilitando cadeias sustentáveis de valor com menor complexidade logística que nas grandes metrópoles.
- Presença consolidada do agronegócio: A base econômica de grande parte desses municípios está ligada a atividades agropecuárias inseridas em paisagens ricas em biodiversidade e com alto potencial para práticas regenerativas.
- Infraestrutura em escala humana: A expansão urbana ocorre de forma mais gradual, o que permite incluir a sustentabilidade desde o início nos planos de crescimento e ordenamento territorial.
- Gestão pública mais próxima do cidadão: Prefeitos e lideranças locais tendem a ter maior proximidade com a população, favorecendo processos participativos e políticas mais transparentes e contextualizadas.
2.3 Desafios Estruturais e Soluções Estratégicas
Embora possuam abundância de recursos naturais, muitos desses municípios enfrentam limitações significativas que exigem abordagens inteligentes:
- Baixa capacidade de arrecadação: Aproximadamente 35% dos municípios brasileiros não conseguem arrecadar o suficiente para custear suas estruturas administrativas básicas, o que restringe investimentos em inovação e tecnologia.
- Déficit técnico e de capital humano: A escassez de profissionais especializados e de recursos tecnológicos é um desafio comum.
- Ausência de universidades ou centros de pesquisa locais: Muitos desses municípios não têm instituições de ensino superior presenciais.
Para superar esses desafios estruturais, os municípios menores podem se beneficiar ao se integrar à infraestrutura oferecida pelo mercado Carbono 21. Este mercado dispõe de uma rede em expansão de alianças regionais e consórcios intermunicipais, fornecendo os recursos necessários para o sucesso de projetos ambientais nestas localidades.
2.4 Potencial como Polo de Inovação e Sustentabilidade
Apesar dos desafios, os municípios de pequeno e médio porte carregam atributos únicos e poderosos para impulsionar um novo modelo de desenvolvimento regenerativo:
- Riquezas naturais preservadas: A menor pressão urbana favorece a conservação de ecossistemas nativos, com áreas contínuas e biodiversidade significativa — matéria-prima para a geração de ativos ambientais.
- Redes de conhecimento distribuído: Parcerias com institutos regionais, programas de extensão universitária e o uso de plataformas digitais compensam a ausência de centros acadêmicos locais.
- Empreendedorismo comunitário: Iniciativas de base local, como cooperativas, associações rurais e micro empresas sustentáveis, criam valor a partir das características próprias do território.
- Engajamento social direto: A relação entre lideranças e moradores é mais estreita, facilitando processos de escuta ativa, educação ambiental e coesão comunitária.
2.5 Um Modelo de Desenvolvimento Adaptativo
Essas características convergem para tornar os municípios de pequeno e médio porte laboratórios vivos da bioeconomia regenerativa em escala humana, onde:
- A natureza encontra a tecnologia apropriada, por meio de soluções inteligentes, acessíveis e sustentáveis;
- A economia nasce da cooperação, com redes intermunicipais que compartilham estrutura, conhecimento e resultados;
- A justiça climática se materializa na prática, valorizando as populações locais, respeitando os saberes tradicionais e promovendo inclusão social e ambiental.
É precisamente nesses territórios que o Brasil pode construir um novo paradigma descentralizado — onde a prosperidade está vinculada à preservação dos biomas, ao fortalecimento da cidadania e à construção de um futuro verdadeiramente sustentável.
A implementação do Mercado Carbono 21 nesses contextos representa uma oportunidade histórica de demonstrar que o desenvolvimento regenerativo é possível mesmo com poucos recursos, criando um modelo replicável para milhares de municípios brasileiros.
Novos recursos para os municípios
Unidade Municipal Carbono 21
A implantação da Unidade Municipal Carbono21 – tornará os municípios protagonistas na implementação de um dos mercados ambientais mais inovadores do país.
Mais do que uma estrutura física, a Unidade Municipal será a porta de entrada para o mercado de preservação e recuperação da biodiversidade, conectando diretamente produção, preservação e a nova economia verde.
Com a Unidade Municipal prefeitos, secretários e líderes locais terão todo o suporte necessário para cadastrar propriedades, validar projetos, emitir créditos de biodiversidade e carbono, e integrar produtores rurais às novas cadeias de valor.
Essa é uma oportunidade histórica para os Municípios: liderar uma transformação econômica e ambiental que já desperta o interesse de governos, investidores e instituições internacionais — e que posicionará os municípios referência no Brasil e no mundo.
Uma porta aberta para o ingresso de receitas inéditas e sustentáveis.
Ao aderirem ao Mercado Carbono 21, os municípios de pequeno e médio porte passam a ter acesso a novas fontes de receita, estruturadas a partir da valorização dos ativos naturais locais e dos serviços ambientais que prestam para o Brasil e para o mundo. Essa é uma oportunidade concreta de equilibrar as contas públicas, gerar excedentes fiscais e investir no que a comunidade mais precisa.
A seguir, descubra de forma clara e objetiva os benefícios diretos, estruturantes e duradouros para seu Município:
3.1 Geração de receitas diretas e adicionais
- Venda de ativos ambientais tokenizados: o município passa a receber recursos pela comercialização de tokens de biodiversidade vinculados às áreas preservadas ou em processo de recuperação, transformando natureza protegida em ativo financeiro.
- Participação nas operações do mercado: como membro integrante, o município obtém uma parcela direta dos valores negociados no mercado Carbono 21.
- Remuneração de produtores e proprietários de terras locais: ao estimular a adesão de áreas privadas, o município amplia sua base de geração de tokens e royalties ambientais, criando renda no campo.
- Criação de um Fundo Municipal Verde: parte dos recursos captados é reinvestida localmente em saúde, educação, infraestrutura, projetos sociais e ambientais, fortalecendo a autonomia municipal.
3.2 Fortalecimento da autonomia fiscal e redução da dependência
Com a entrada desses novos fluxos financeiros, o município passa a depender menos de repasses estaduais e federais, elevando sua capacidade de:
- Planejar investimentos de forma soberana e priorizar demandas locais.
- Acessar crédito mais barato e parcerias com bancos de desenvolvimento, devido ao fortalecimento de seus indicadores fiscais.
- Melhorar sua gestão com novos instrumentos baseados em resultados, aumentando a credibilidade institucional.
3.3 Estímulo à economia local e criação de empregos verdes
A participação no Carbono 21 impulsiona uma economia dinâmica ligada à natureza, ao conhecimento e à inovação, trazendo:
- Empregos diretos e indiretos em reflorestamento, agricultura regenerativa, educação ambiental e turismo ecológico.
- Incentivo a pequenos negócios e cooperativas da bioeconomia.
- Novas oportunidades para manter jovens no município, com perspectivas de trabalho, renda e formação.
3.4 Governança participativa e qualificação da gestão
O município passa a contar com um Conselho Municipal do Mercado Carbono 21, reunindo sociedade civil, produtores, escolas e lideranças locais para:
- Deliberar de forma transparente sobre a aplicação dos recursos gerados.
- Monitorar resultados socioambientais com apoio de tecnologia e dados.
- Criar uma rede local comprometida com o sucesso do projeto, fortalecendo o tecido social.
3.5 Educação ambiental e fortalecimento da identidade local
Por meio do programa 3Cs – Consciência Coletiva de Carbono, são promovidas ações contínuas que transformam a cultura local:
- Programas nas escolas e comunidades para formar cidadãos ecologicamente conscientes.
- Capacitação de agentes ambientais locais.
- Incentivo a projetos culturais e comunitários que gerem orgulho pela preservação.
3.6 Reconhecimento e acesso a financiamentos nacionais e internacionais
A adesão pioneira ao Carbono 21 faz com que o município:
- Ganhe destaque positivo na mídia e em redes internacionais.
- Passe a ter prioridade em editais e chamadas de fundos climáticos, fundações, bancos e agências multilaterais como BID, BNDES, ONU, PNUD e GEF.
- Consolide sua imagem como cidade inovadora e preparada para liderar a transição verde.
Tópico 4:
Estruturação do Mercado
Construindo a Base para uma Nova Economia Verde
A transformação de municípios de pequeno e médio porte em protagonistas da nova economia verde não acontece por acaso. Ela demanda uma estrutura sólida, inteligente e perfeitamente articulada que conecte territórios locais aos mercados globais de preservação ambiental.
O Mercado de Preservação e Recuperação da Biodiversidade – Carbono 21 representa uma revolução na forma como pensamos desenvolvimento econômico e sustentabilidade. Para que essa visão se torne realidade, é fundamental estabelecer uma infraestrutura que seja:
-
Eficiente: Capaz de processar, validar e certificar ativos ambientais com agilidade e precisão
-
Escalável: Preparada para crescer e se adaptar às demandas de diferentes municípios e regiões
-
Interconectada: Integrada digitalmente para garantir transparência e rastreabilidade total
O Modelo Inovador da Carbono 21
A Carbono 21 desenvolveu uma solução pioneira baseada em governança descentralizada, que combina proximidade local com expertise técnica especializada.
Unidades Municipais
A base operacional próxima da comunidade
Centros Regionais
O núcleo de alta tecnologia e especialização técnica
Essa arquitetura garante que cada município mantenha sua autonomia e identidade local, enquanto se beneficia de recursos tecnológicos avançados e conhecimento especializado compartilhado regionalmente.
O que você encontrará a seguir:
Nos próximos conteúdos, detalharemos cada componente desta estrutura revolucionária:
Compreenda como funciona este sistema inovador que equilibra autonomia local com padronização técnica, garantindo eficiência e democratização do acesso à nova economia verde.
Explore as funções específicas, interconexões e benefícios de cada estrutura, entendendo como elas se complementam para criar um ecossistema integrado e sustentável.
Conheça detalhadamente cada um dos pilares que sustentam o funcionamento do mercado, desde marcos jurídicos e conselhos municipais até laboratórios de monitoramento e núcleos de certificação ambiental.
Cada elemento desta estrutura foi cuidadosamente planejado para garantir que municípios de todo o Brasil possam participar ativamente da economia verde global, transformando sua riqueza natural em desenvolvimento econômico sustentável e inclusivo.
Vamos começar esta jornada pelos fundamentos que tornam possível uma nova era de sustentabilidade municipal.
Governança Descentralizada
Autonomia Local + Tecnologia de Ponta
Um modelo inovador onde cada município mantém autonomia para decidir suas prioridades ambientais, mas conta com suporte técnico especializado para garantir resultados de qualidade internacional.
Como Funciona na Prática
Autonomia Local
Você define suas prioridades ambientais baseado na realidade do seu município
Suporte Técnico
Acesso a tecnologia blockchain, monitoramento por satélite e metodologias científicas
Flexibilidade Total
Adapta-se às características únicas de cada região, mantendo padrão de qualidade
Uma solução completa que conecta preservação ambiental, desenvolvimento econômico e participação comunitária em um sistema integrado e transparente.
O que será feito
Estrutura de Implantação do Mercado Carbono 21 nos Municípios
Implantar o Mercado de Preservação e Recuperação da Biodiversidade – Carbono 21 em municípios de pequeno e médio porte exige uma estrutura eficiente, escalável e interconectada, capaz de integrar esses territórios à nova economia verde com segurança, inteligência e protagonismo local.
Para garantir eficiência operacional e sustentabilidade a longo prazo, a Carbono 21 propõe um modelo inovador de governança descentralizada, fundamentado em duas frentes estruturais complementares:
Frentes Estruturais Complementares
Unidade Municipal
É a base operacional instalada diretamente no município, próxima da comunidade e alinhada à realidade local. Nela, são conduzidos processos de validação, monitoramento, participação cidadã e atendimento ao público.
Centro Regional
Localizado em uma cidade-polo, funciona como núcleo estratégico de apoio técnico e institucional. Centraliza serviços especializados, tecnologias avançadas, capacitação profissional e a integração entre os municípios participantes, fortalecendo toda a rede Regional de atuação.
Unidade Municipal
A estrutura a seguir será implantada no município:
Para garantir segurança jurídica, estabilidade e transparência, o município adotará medidas como: Decreto municipal reconhecendo o Mercado Carbono 21, Contrato administrativo via inexigibilidade, e Adequação legal para moeda Carbono e ativos ambientais digitais.
Será implantado no município o Conselho Municipal do Mercado Carbono 21, um órgão consultivo e deliberativo, formado por representantes do poder público local, setor produtivo, instituições de ensino e pesquisa, sociedade civil organizada e comunidades tradicionais. Esse conselho será a base da governança democrática, inclusiva e transparente do novo mercado ambiental no município.
Estrutura física instalada em espaço público ou parceiro local, com uma equipe técnica para atendimento e suporte ao público em geral e aos proprietários rurais sobre o funcionamento do mercado Carbono 21 e o uso da plataforma. Esta unidade estará conectada de modo remoto à equipe multidisciplinar da cidade-polo.
Realização do mapeamento, georreferenciamento e análise da situação fundiária e ambiental das propriedades rurais. Apoio técnico aos produtores para regularização no CAR, análise de passivos e adequações ao PRA, servindo como base para emissão dos ativos digitais.
Por meio do programa 3Cs – Consciência Coletiva de Carbono, em parceria com a Secretaria Municipal de Educação, serão implementadas ações como: capacitação contínua de professores, agentes comunitários e lideranças; programas educativos em escolas, comunidades e plataformas digitais. A transformação cultural começa com a educação ecológica coletiva.
A Plataforma Digital Municipal Carbono 21 será o ambiente virtual oficial para gestão, monitoramento e participação cidadã no novo mercado de preservação e recuperação da biodiversidade. Desenvolvida com tecnologia própria e exclusiva da Carbono 21, integra um ecossistema digital baseado em infraestrutura blockchain própria, garantindo segurança, rastreabilidade e transparência.
Base Operacional Local
A Unidade Municipal representa a proximidade com a comunidade, garantindo que todas as ações estejam alinhadas à realidade local e às necessidades dos cidadãos.
Centro Regional
A estrutura a seguir será implantada na cidade-polo:
Sensoriamento remoto, imagens de satélite, monitoramento via drones e inteligência de dados das áreas preservadas.
Conversão de hectares preservados em créditos digitais, tokens na blockchain pública e rastreabilidade total dos ativos.
Ambiente virtual de compra e venda, conexão entre investidores e proprietários rurais, com transparência nas transações.
Proteção e evolução da metodologia Carbono+Bio C21, desenvolvimento de protocolos técnicos e coordenação de equipes multidisciplinares.
Validação técnica de projetos ambientais, emissão de pareceres de viabilidade e certificação contínua dos ativos.
Tecnologias Integradas
Sensoriamento
Remoto
Monitoramento
por Satélite
Blockchain
Segura
Big Data
Ambiental
Interconexão e Sinergia
Complementaridade das Estruturas
As Unidades Municipais e os Centros Regionais formam um ecossistema integrado onde cada componente desempenha funções específicas e complementares.
Fluxo de Comunicação e Operação
Unidade Municipal
Coleta de dados locais
Validação inicial
Engajamento comunitário
Centro Regional
Processamento avançado
Certificação
Emissão de ativos
Benefícios da Descentralização
Decisões locais ágeis
Padronização técnica
Redução de custos
Engajamento local
Tecnologia Blockchain
A tecnologia blockchain garante a integridade, rastreabilidade e transparência de todas as transações no ecossistema Carbono 21, conectando as Unidades Municipais aos Centros Regionais.
Tópico 5:
Etapas de Desenvolvimento e Implantação
Mercado Carbono 21
O sucesso do Mercado Carbono 21 depende de uma implantação rigorosa, planejada em etapas interligadas. Cada fase representa um avanço concreto que prepara o município para a nova economia verde com segurança, eficiência e inovação.
Abaixo, entenda passo a passo como acontece esse processo transformador:
A implantação do Mercado de Preservação e Recuperação da Biodiversidade – Carbono 21 nos municípios será conduzida por meio de etapas estratégicas, interdependentes e validadas social, técnica e institucionalmente. Cada fase representa uma camada de solidez no projeto, com entregas concretas, metas mensuráveis e impacto direto no território.
Mobilização e Governança Participativa
Estabelecer as bases institucionais e sociais para o funcionamento do mercado.
Diagnóstico Territorial e Conexão com a Inteligência Ambiental
Compreender profundamente o território e conectar o município à rede técnico-científica.
Planejamento Estratégico e Design do Mercado Local
Criar o Plano Municipal Carbono 21 com metas, instrumentos e cronogramas.
Implantação Técnica e Operacional
Ativar os sistemas e estruturas do mercado no território.
Validação, Emissão de Ativos e Primeiras Transações
Dar início oficial à economia verde no município.
Monitoramento Contínuo, Transparência e Expansão
Consolidar, mensurar resultados e ampliar o modelo.
Um Processo Estruturado para o Sucesso
Cada etapa foi cuidadosamente planejada para garantir que seu município tenha uma implantação segura, eficiente e sustentável do Mercado Carbono 21. O processo estruturado garante resultados concretos e transformação real do território em protagonista da nova economia verde.
Tópico 6:
Cronograma de Implantação
Planejamento Estruturado em 24 Meses
A implantação da Unidade Municipal Carbono 21 seguirá um planejamento estratégico em 3 fases distintas, com 24 meses de duração, garantindo rigor técnico, entregas verificáveis e participação social ativa em todo o processo.
Visão Geral do Cronograma
Estruturação Inicial e Ações Fundamentais
Objetivo: Criar as bases institucionais e operacionais para dar início ao mercado, com foco em mobilização local, estrutura mínima e conexão com a rede Carbono 21.
Ativação do Mercado e Primeiros Resultados
Objetivo: Colocar o mercado em operação prática, emitindo os primeiros ativos ambientais e realizando as primeiras negociações.
Consolidação, Crescimento e Inovação
Objetivo: Consolidar o mercado em funcionamento, escalar a participação local e integrar com a rede nacional Carbono 21.
Marcos Auditáveis e Transparência Total
Cada fase do projeto terá marcos auditáveis específicos, que permitirão acompanhar e comprovar o avanço das atividades de forma objetiva e transparente. A conclusão de cada etapa será formalmente registrada por meio de documentos oficiais, garantindo rastreabilidade completa das ações realizadas.
Documentação formal publicada nos portais oficiais da Prefeitura e Carbono 21
Documentação formal publicada nos portais oficiais da Prefeitura e Carbono 21
Disponibilidade pública e funcionalidade comprovada da plataforma digital
Registro imutável em blockchain, garantindo segurança e rastreabilidade
Divulgação pública na plataforma e portais institucionais
Auditorias periódicas por instituições externas especializadas
Gestão Estratégica e Participativa
A Carbono 21 adotará um modelo de gestão por resultados, com ferramentas específicas para garantir transparência e eficiência em todo o processo:
Cronograma Estruturado para Resultados Concretos
Com esse cronograma adaptado, os municípios de pequeno e médio porte poderão transformar sua realidade ambiental em oportunidades econômicas reais, conectando-se ao ecossistema nacional da Carbono 21 com segurança, inovação e protagonismo.
Tópico 7:
Instrumentos Jurídicos e Fundamentação Legal
Segurança Jurídica Total
A parceria entre o Município e a Carbono 21 será formalizada com total respeito à legalidade, transparência, eficiência e ao interesse público, assegurando segurança jurídica e compatibilidade com o ordenamento vigente.
A contratação seguirá o modelo previsto na Lei Federal nº 14.133/2021 — a Nova Lei de Licitações e Contratos Administrativos — que moderniza e integra práticas para garantir eficiência, transparência e controle nas contratações públicas.
Viabilidade Jurídica da Contratação Direta
A singularidade do projeto e a exclusividade metodológica e tecnológica da Carbono 21 tornam plenamente viável a contratação direta via inexigibilidade de licitação, conforme disposto no Art. 74, inciso III da Lei nº 14.133/2021.
"É inexigível a licitação quando houver inviabilidade de competição, em especial nos casos de contratação de […] empresa de notória especialização, assim reconhecida pela singularidade do serviço e pela capacidade técnica do contratado."
A Carbono 21 enquadra-se perfeitamente nesta hipótese, pois:
Blindagem Jurídica Extra: Consulta de Manifestação de Interesse
Para reforçar ainda mais a segurança jurídica e garantir a máxima transparência do processo, a Prefeitura poderá realizar uma Consulta Pública de Manifestação de Interesse. Nesse procedimento, potenciais concorrentes do mercado são convidados publicamente a apresentar eventuais soluções similares ou equivalentes.
Caso não haja interessados ou seja constatada a inexistência de solução tecnicamente equivalente, esta ausência de concorrência será formalmente registrada e amplamente publicizada, resultando em blindagem legal e legitimando a inexigibilidade junto a todos os órgãos de controle.
Demonstra diligência do gestor, reforça a governança pública e dificulta questionamentos futuros por tribunais de contas ou Ministério Público.
Exclusividade Técnica, Metodológica e Tecnológica
A Carbono 21 detém uma arquitetura técnica exclusiva, composta por:
Rastreamento, certificação e comercialização de ativos ambientais com transparência ponta a ponta
Mensura serviços ecossistêmicos com base científica e gera créditos de biodiversidade de alta qualidade
Auditado por entidades externas, garantindo conformidade técnica e integridade do mercado
Lastreada em biodiversidade preservada, operando como instrumento de transação no mercado verde
Mecanismos robustos de compliance e governança climática
Capacitação, educação ambiental e mobilização social para transformação cultural
Não existe solução similar no mercado brasileiro ou latino-americano, o que reforça a legitimidade da contratação direta.
Conformidade com os Princípios Constitucionais e Legais
A parceria respeitará todos os princípios constitucionais e legais previstos no Art. 5º da Lei nº 14.133/2021:
A formalização será realizada por meio de instrumento jurídico específico — contrato administrativo ou convênio técnico, em total conformidade com o regime jurídico das contratações públicas.
Marcos Legais Complementares
O projeto está totalmente alinhado com o ordenamento jurídico brasileiro e compromissos internacionais:
| Instrumento | Número/Referência | O que garante ao Município? |
|---|---|---|
| Nova Lei de Licitações | Lei 14.133/2021 | Permite contratação direta por inexigibilidade, desde que comprovada exclusividade |
| Lei de PPPs | Lei 11.079/2004 | Viabiliza parcerias estratégicas e inovação na gestão |
| Marco das Startups | LC 182/2021 | Facilita contratação inovadora e modelos de receita compartilhada |
| Política Nacional do Clima | Lei 12.187/2009 | Incentiva mercados ambientais e créditos de carbono |
| Decreto Regulatório do Carbono | Decreto 11.075/2022 | Estabelece as bases do mercado de carbono no Brasil |
Segurança Jurídica Absoluta
A parceria entre os Municípios e Carbono 21 será estruturada desde a contratação com blindagem jurídica extra, assegurando legitimidade, auditabilidade e segurança jurídica total.
"Não há inovação sem segurança jurídica. Seu município será, ao mesmo tempo, pioneiro e exemplar na conformidade com a legislação brasileira."
Tópico 8:
Investimento Público Municipal
Adaptado à Sua Realidade
A implantação do Mercado de Preservação e Recuperação da Biodiversidade – Carbono 21 nos municípios de pequeno e médio porte requer um aporte estratégico do poder público local, adaptado à sua realidade orçamentária, institucional e territorial.
Ingressar na nova economia da biodiversidade, com protagonismo regional e reconhecimento nacional
Acessar tecnologias de ponta, instrumentos financeiros verdes e metodologias avançadas de governança ambiental
Atrair investidores, fundos climáticos e parcerias estratégicas para o desenvolvimento sustentável local
O Efeito Multiplicador do Investimento
Cada Real Investido = Multiplicação de Resultados
O valor investido pelo Governo Municipal não é apenas uma aplicação de recursos; representa o gatilho principal para uma cadeia de captação de recursos nacionais e internacionais, que podem multiplicar significativamente o retorno econômico, social e ambiental para o município.
Cada real aplicado na implantação do Mercado de Preservação e Recuperação da Biodiversidade — Carbono 21 — cria as condições estruturais para atrair investidores, fundos climáticos multilaterais e parcerias estratégicas que potencializam o impacto e garantem um ciclo virtuoso de desenvolvimento sustentável.
Dessa forma, o aporte inicial no projeto torna-se a base sólida para um ecossistema financeiro ampliado, que transforma o investimento público em diversas fontes de receita verde, maior geração de empregos qualificados, desenvolvimento tecnológico e fortalecimento institucional.
Valor Proposto e Avaliação Individual
O valor do investimento público municipal será definido conforme as características de cada município, com base em:
Diagnóstico técnico e institucional
Capacidade de execução local
Potencial de geração de ativos ambientais
Grau de prioridade socioambiental
Estrutura Modular de Investimento
A estrutura de investimento será modular e escalonada, garantindo que o município avance conforme sua capacidade e alcance marcos concretos de implantação:
Constituição do Conselho Regional Carbono 21; criação do Setor de Compliance e da Secretaria de Inteligência Climática
Implantação da Casa do Carbono e da Plataforma Digital baseada em blockchain, germinando um centro de inovação e governança sustentável
Mapeamento, diagnósticos ambientais e elaboração do Plano Municipal de Ação para a Biodiversidade, alinhado aos ODS
Capacitação técnica, programas de educação ambiental e mobilização comunitária com o programa 3Cs – Consciência Coletiva de Carbono
Sistema de auditoria contínua, painéis públicos para acompanhamento em tempo real, relatórios de impacto socioambiental e financeiro
Justificativa Técnica e Econômica do Investimento
Resultado esperado: Os Municípios se tornarão referência nacional e internacional em política climática e agronegócio sustentável, com alto retorno social, ambiental e econômico, monetizando áreas preservadas e incentivando a regeneração florestal.
Formas de Repasse e Condicionalidades
| Parcela | Valor (R$) | Destinação | Prazo |
|---|---|---|---|
| Parcela Inicial | A definir conforme escopo local | Estruturação Institucional e Infraestrutura básica | 0 a 6 meses |
| Parcela 2 | A definir conforme escopo local | Ativação do Mercado e Projetos-Piloto | 7 a 15 meses |
| Parcela 3 | A definir conforme escopo local | Consolidação e Ampliação | 16 a 24 meses |
| Parcela 4 | A definir conforme escopo local | Monitoramento, Auditoria e Transparência | 16 a 24 meses |
Investimento Adaptável e Sustentável
Este modelo de investimento flexível e modular garante que cada município possa participar da nova economia da biodiversidade respeitando sua realidade orçamentária, mas sem abrir mão da qualidade técnica e do potencial de transformação que o Mercado Carbono 21 oferece.
Tópico 9:
Participação Financeira nos Resultados
Revenue Share Inovador
A proposta prevê a implantação de um Revenue Share Público – mecanismo inovador de repartição de receitas públicas que assegura participação financeira municipal sobre as operações da Carbono 21 em seu território.
Retorno Direto para o Município
Por sediar a Unidade Municipal Carbono 21 e viabilizar a estruturação inicial do ecossistema, o município terá direito a participação financeira sobre as operações da Carbono 21 em seu território.
Fontes de Receita incluem:
Contratos de conservação e regeneração ambiental com produtores rurais e áreas privadas
Tokenização de ativos naturais (APPs, reservas legais, corredores ecológicos)
Comercialização de créditos ambientais digitais, lastreados em biodiversidade preservada ou recuperada
Esse modelo cria uma receita recorrente para o município, diretamente proporcional ao desempenho do mercado ambiental local, tornando-se uma nova fonte de arrecadação pública e estabilidade fiscal — sem aumento de tributos.
Fundamentação Jurídica
Cada centavo recebido será público e rastreável — todas as operações financeiras e ambientais estarão registradas na tecnologia blockchain da Carbono 21, com auditorias independentes e relatórios periódicos disponíveis para consulta por gestores, órgãos de controle, parceiros e toda a população.
A legislação que respalda essa repartição é robusta, incluindo:
Painéis digitais e relatórios públicos garantirão confiança e permitirão acompanhamento em tempo real dos resultados alcançados.
Mecanismo de Revenue Share: Como Funciona
Carbono 21
Líquida
Município
A remuneração do município será calculada com base na receita líquida das operações realizadas pela Carbono 21 no território municipal, com repasses periódicos e vinculados a indicadores auditáveis.
Esse modelo assegura que o município se beneficie do crescimento contínuo do mercado de ativos ambientais — que tende a se expandir ano após ano com a valorização da biodiversidade, o fortalecimento da regulação climática e o aumento da demanda internacional por créditos ambientais de origem certificada.
Segurança e Transparência
A repartição financeira seguirá instrumento contratual específico, com:
Regras claras de cálculo e repasse
Indicadores auditáveis por órgãos internos e externos
Dashboards públicos e relatórios trimestrais
Blockchain proprietário da Carbono 21
Este modelo assegura confiança absoluta para o Município, os órgãos de controle e os investidores.
Resultado Final: Novo Ciclo de Receita Verde
Este modelo representa uma nova geração de política pública orientada por resultados, onde o investimento inicial retorna ao município de forma multiplicada e sustentável.
Tópico 10:
Sua cidade diante da história: Liderar a Nova Economia Verde
Uma oportunidade única para transformar o futuro do seu município
As cidades de pequeno e médio porte têm agora uma oportunidade inédita: fazer parte do movimento global que une preservação ambiental, desenvolvimento econômico e justiça climática.
Ao firmar parceria com a Carbono 21 e implantar o Mercado de Preservação e Recuperação da Biodiversidade, seu município se posiciona como referência nacional na nova economia verde, atraindo visibilidade, investimentos e resultados concretos para sua população.
Por que sua cidade deve investir agora?
Mesmo sem grandes estruturas industriais, seu município possui um patrimônio ambiental valioso, com matas, rios e áreas de preservação que podem gerar receitas.
A tecnologia exclusiva da Carbono 21 transforma essas áreas em ativos ambientais tokenizados, abrindo as portas para o mercado internacional da Nova Economia Verde.
A estimativa inicial é de uma geração de receita anual de até R$ 5 milhões para cidades com potencial médio de conservação, já no primeiro ano de operação.
O projeto promove empregos verdes, capacitação técnica e envolvimento da comunidade, agregando valor social, ambiental e econômico.
A parceria é transparente, fundamentada em governança participativa, ciência e tecnologia, em conexão com universidades, ONGs, produtores rurais e setor público.
Impacto além da receita
Este projeto não é apenas sobre dinheiro. É sobre assumir o protagonismo de um novo modelo de gestão pública, que une sustentabilidade e inovação.
É sobre transformar áreas hoje subutilizadas em fontes de riqueza para o município e para as futuras gerações, promovendo qualidade de vida, orgulho local e proteção da biodiversidade.
Convite à ação
Ser parte da rede pioneira de cidades que integram a economia verde é uma escolha corajosa — e visionária.
Ao iniciar essa transformação agora, sua cidade entra para a história como exemplo de gestão inovadora, sustentável e comprometida com o futuro.
Diga SIM ao Mercado Carbono 21 e assine a história.
Juntos por um Futuro Sustentável
O Mercado Carbono 21 representa uma oportunidade histórica para o Brasil liderar a transição para uma economia de baixo carbono.